Acompanhar vendas em tempo real
O gestor abre uma tela e vê onde as vendas estão. Ninguém pede status por mensagem, ninguém para de vender para responder.
O relatório que o gestor pede é o tempo que o vendedor não vende
A pergunta "como estamos esse mês?" parece barata e não é. Ela vira mensagem no grupo, cada vendedor para o que está fazendo para responder, alguém consolida os números à mão e o resultado chega algumas horas depois — já desatualizado. Repita isso toda semana e vira uma rotina fixa que não produz uma venda sequer.
Pior: a resposta que chega é a que cada um lembra. Um vendedor conta o negócio grande que está "quase fechando" há três semanas, outro esquece de mencionar dois que esfriaram. O gestor decide onde colocar esforço com base nessa colagem, e ela é sistematicamente otimista — ninguém relata voluntariamente o que travou.
Do outro lado, o vendedor também não enxerga o próprio dia. Ele sabe que tem "muita coisa aberta", mas não sabe quanto isso soma, quantos follow-ups venceram nem em que etapa a maioria está parada. Sem esse retrato, ele trabalha pelo que está mais fresco na memória, não pelo que está mais perto de fechar.
E o hábito se instala rápido. Quando o número só existe depois que alguém compila, olhar para ele vira evento — uma reunião marcada, um pedido formal. Aí a equipe passa semanas inteiras sem saber se está à frente ou atrás da própria meta, e o ajuste que caberia numa terça-feira só acontece no mês seguinte, quando já não muda o resultado.
A resposta já está na tela
Os números do momento, sem ninguém consolidar
A tela inicial traz total de leads e valor em aberto no funil, propostas enviadas, fechamentos e receita do mês, leads perdidos, follow-ups de hoje e taxa de conversão. Ninguém monta isso: é o que o CRM já sabe, porque o dado nasce do trabalho do dia — o card arrastado, o contato registrado, o negócio marcado como ganho.
Cada um vê o que é dele
O vendedor abre e vê o próprio recorte, incluindo a meta e as conquistas quando a gamificação está ligada. O gestor abre e vê o panorama do time, com os Top Vendedores. A mesma tela responde a duas perguntas diferentes, sem exigir permissão especial nem relatório à parte.
Onde o funil está travando, não só quanto ele soma
Abaixo dos cards ficam a evolução mensal, o pipeline por etapa, os leads por origem e os leads recentes. É a diferença entre saber que há trinta negócios abertos e ver que vinte estão parados na mesma etapa — a segunda leitura diz o que fazer, a primeira não.
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Perguntas frequentes
- Preciso montar o dashboard antes de usar?
- Não. Ele já vem pronto e se alimenta do trabalho do dia — o card que muda de etapa, o contato registrado, o negócio marcado como ganho.
- O vendedor vê os números do time inteiro?
- Não. Ele vê o próprio recorte; o panorama do time e os Top Vendedores aparecem para o gestor. É a mesma tela com leituras diferentes conforme o papel.
- O dashboard é um recurso de plano superior?
- Não. A tela inicial e as visões de conversão, atividades, pipeline e origens estão disponíveis para todos. As análises mais fundas, por vendedor e por tendência, é que dependem do plano.
- Os números são do momento ou do fechamento do mês?
- Do momento. Como o funil é atualizado no gesto de arrastar o card, o que aparece na tela é o andamento de agora, não uma consolidação feita na véspera da reunião.
- De onde saem os números — preciso lançar algo à parte?
- Não existe lançamento à parte. Tudo vem do que a equipe já faz no CRM: o card que muda de etapa, o contato registrado no lead, o valor preenchido na negociação, o negócio marcado como ganho ou perdido. Se o funil está em dia, o painel está em dia.
- E se eu quiser cruzar esses números com o que já tenho fora do CRM?
- O painel é para leitura rápida na tela. Para levar o dado embora — em planilha ou PDF — e cruzar com o resto, é a análise avançada que atende, e ela depende do plano.
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